Eu vivo dentro de um presídio chamado Nothingtrix
todos os dias judeus-coreanos-azul-royals
me acordam
com toda a conta do mundo débito
préstima a pagar
Creditam em mim as falácias do comando
em cinza neon sobre a pele
E eu saio por aí cor análoga
de brilho fosco
coração pequeno
que ainda abate
por cima os sonhos
Porque é obediente ao comando
é rocha em vez d’água
Quando água, era sereno
sempiterno-romântico
só reconhecia o cinza na vitória vã
Agora é tic-tac sem ruído
cor de sangue vencido
e nem um setembro é próximo